Usina solar de tribunal deve economizar R$ 1 milhão por ano em energia elétrica

Usina solar de tribunal deve economizar R$ 1 milhão por ano em energia elétrica

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Projeto fotovoltaico instalado em João Pessoa reforça avanço da energia solar em prédios públicos e aposta em sustentabilidade

A adoção de energia solar em prédios públicos continua avançando no Brasil como estratégia para reduzir custos e ampliar práticas sustentáveis na administração pública. Um exemplo recente vem da Paraíba, onde o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) inaugurou uma usina fotovoltaica instalada em solo no Distrito Industrial de João Pessoa.

O sistema começou a operar após o acionamento dos inversores responsáveis por transformar a energia captada pelos painéis solares em eletricidade. A estrutura foi instalada no anexo da instituição e marca um novo passo na estratégia do tribunal para reduzir despesas com energia e ampliar o uso de fontes renováveis.

A cerimônia de inauguração contou com a presença de servidores envolvidos no projeto, trabalhadores responsáveis pela construção da usina e representantes das empresas parceiras, entre elas a Global Sun, responsável pela execução da obra, e a concessionária Energisa.

Estrutura e capacidade da usina

A usina fotovoltaica é composta por sete conjuntos de estruturas metálicas que sustentam os painéis solares. Cada conjunto possui 84 módulos com potência de 565 watts, totalizando uma capacidade instalada de aproximadamente 444,26 quilowatt-pico (kWp).

Com três inversores em funcionamento, a usina opera com potência nominal de cerca de 300 quilowatts, energia suficiente para abastecer praticamente todos os prédios da Justiça Eleitoral no estado.

De acordo com os responsáveis técnicos pelo projeto, a geração de energia solar permitirá zerar a conta de energia elétrica de diversas unidades do tribunal, com exceção da sede principal.

Economia e sustentabilidade

Além de reduzir custos operacionais, a iniciativa reforça o compromisso institucional com práticas ambientais mais sustentáveis. A estimativa é que, quando as duas usinas planejadas estiverem em operação, a economia anual para a instituição chegue a R$ 1 milhão.

A segunda usina fotovoltaica, que será instalada na cobertura do edifício-sede do tribunal, deverá complementar a geração de energia e atender parte do consumo da unidade administrativa.

Segundo a diretoria do tribunal, os recursos economizados com a redução da conta de energia poderão ser direcionados para outras iniciativas voltadas ao fortalecimento da Justiça Eleitoral e ao atendimento dos cidadãos.



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